segunda-feira, 5 de maio de 2008

GTA IV



O melhor jogo do mundo








Origem do bodyboard e as suas manobras


O Bodyboarding, é um desporto, onde o praticante desce a onda deitado, de joelhos ou até mesmo em pé em uma pranchaque tem medidas(médias) de 39 polegadas a 42 polegadas (podendo haver maior ou menor. Para auxílio da prática do desporto, utilizam-se pés de pato - nadadeiras - que servem para auxiliar na entrada da onda e na execução de manobras.
O desporto que deu origem ao Bodyboard era conhecido no Havai
como paipo-board. No fundo é um bodyboard mais erudito fabricado de madeira. O paipo é a prancha reportada como a mais antiga para apanhar ondas, pelo menos que esteja registado, mas é algo que surge como senso comum se pensarmos que é a forma mais obvia de andar nas ondas, e uma evolução natural ao bodysurf. Mais tarde os reis havaianos, e apenas eles construiram pranchas maiores, autênticos troncos, para andar "de pé" nas ondas, uma forma de se distanciarem da plebe. Os nativos em geral continuaram a usar o paipo para se divertirem, algo que veio até aos nossos dias até à invenção da prancha de surf.
O paipo esteve na obscuridade durante algumas décadas, até que o engenheiro quimico
e surfista americano Tom Morey foi quem deu cara nova ao esporte. Aperfeiçoando a idéia dos nativos, Morey, que morava no Havai,
re-criou um paipo usando a primeira prancha de espuma de polietileno. Chamou-lhe bodyboard.
Ao mudar-se para a Califórnia, em 1974
, começou com uma pequena produção de fundo de quintal. No ano seguinte, uma multinacional a
mericana comprou os direitos de produção e passou a fabricá-la em grande escala.
O resto da história é sobejamente conhecida, o bodyboard rápidamente ganhou milhares de praticantes, dentro e fora do mundo "surf", por ser um meio mais seguro, divertido e acessível, mas teve um crescimento tal que chegou a assustar a já estabelecida na altura industria do surfwear, que através de um boicote geral criou a primeira crise da história do bodyboard. Foi durante esta crise que se deram os primeiros passos para o estabelecimento de marcas 100% bodyboard.
A nível desportivo a performance do bodyboard chegou a píncaros nunca sonhados por Tom Morey, que apenas tinha planejado um desporto mais acessível a todos, em conformidade com o espírito paipo. No entanto as possibilidades desta prancha revelaram-se imensas, chegando a ser o desporto nr. 1 no que toca a desempenhos nas ondas mais perigosas do planeta. Nos picos mais desafiantes do planeta como
pipeline, teahupoo, sharkisland, el fronton, ou cyclops, os limites foram e são ditados pelo que os bodyboarders conseguem fazer.
Esta mudança de atitude, ou revelação das possibilidades do bodyboard, mudaram radicalmente a natureza do mesmo, e se ainda é utilizado como meio de lazer pelas famílias em condições suaves, é também o desporto aquatico mais agressivo e técnico da actualidade, exigindo uma preparação física intensa aos seus praticantes mais sérios, especialmente ao nível lombras
. A quantidade de manobras que se fazem num bodyboard é imensa, e cada vez com mais grau de dificuldade, não sendo uma comparação fútil colocar este desporto como os ginastas do mar.



Manobras:

Tubo: ficar, durante alguns instantes, totalmente encoberto pela onda, no espaço formado pela parede da onda e a projeção de sua crista, quando a mesma se quebra.
El rollo: pode ser ou não uma manobra aérea, bater contra a crista da onda, girar num eixo paralelo ao solo em torno de si e retornar a base dela mesma. Somente é considerada aérea caso o executor se separe da crista da onda, verticalmente, durante a realização da manobra.
El rollo Invertido: pode ser ou não uma manobra aérea, bater contra a crista da onda, girar num eixo paralelo ao solo em torno de si porém em sentido invertido ao da crista da onda e retornar a base dela mesma. Somente é considerada aérea caso o executor se separe da crista da onda, verticalmente, durante a realização da manobra.
360: girar num eixo perpendicular ao solo e no sentido do corte da onda (se estamos descendo uma onda para a esquerda, a rotação é feita para a esquerda), esta manobra pode ser feita em diversas seções da onda.
360 invertido: girar no sentido contrário (para a direita numa onda para a esquerda), contra a força natural da onda. É mais difícil que o 360 convencional, pontuando melhor em campeonatos (no Brasil pode ser chamado apenas de "invertido").
Aerial: virar junto com a prancha contra a crista da onda, levantar vôo, e retornar a alguma parte da mesma.
360 aerial: manobra aérea, bater contra a crista da onda e girar 360 graus, num eixo horizontal, ainda no ar, voltando a aterrar em alguma parte da onda (quando feito no sentido contrário ao corte da onda é chamado 360 aéreo invertido, ou ainda, no Brasil, invertido aéreo).
Drop Knee: andar com um dos pés e o joelho oposto apoiados na prancha em vez de andar deitado.
ARS: Air Roll Spinner (literalmente o El Rollo 360 Aéreo) manobra aérea, onde se executa um El Rollo e, ainda no ar, inicia-se um 360, podendo completá-lo antes ou depois de aterrizar na onda novamente. Foi inventada pelo australiano Michael Eppelstun
Backflip: manobra aérea, inicia-se como um El Rollo ou Aerial, batendo-se contra a crista da onda e projetando-se no ar, executando um giro num eixo perpendicular ao solo (diferentemente do eixo paralelo seguido pelo El Rollo e ARS). Manobra muito arriscada devido à possibilidade de dano cervical..
Invertido aéreo: manobra executada quando o praticante vai em direção ao lip da onda, saindo totalmente da mesma executando um 360 invertido no ar, totalmente fora da onda.





segunda-feira, 28 de abril de 2008

segunda-feira, 7 de abril de 2008

segunda-feira, 31 de março de 2008

segunda-feira, 3 de março de 2008

Site da federação Portuguesa de andebol


Neste site podem acompanhar o nosso compeonato nacional de andebol em vários escalões .


Cliquem na imagem e acedem ao site.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Sala de tic

Nestes ultimos tempos a sala de tic tem tido alguns problemas com os computadores . Eu e os meus colegas agradecemos que sejam mais cuidadosos .
e